Posters Que São Fodas - Semana 3
Apocalypse Now (Directed by Francis Ford Coppola - EUA/1979)




Nada melhor para terminar o ano! E que venha 2005! Ou o apocalipse, whatever.
Em breve: meus votos para a primeira fase do ALFRED 2004. E com uma deficiência grave. Antes Do Pôr-Do-Sol ainda não estreou nos cinemas de Santos. E, pelo jeito, nem em Janeiro. Sei de uma coisa: Só vejo esse filme no PC, se me pagarem!
Escrito por LFM às 22h25
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Posters Que São Fodas - Semana 2
Sin City (Idem, de Frank Miller, Robert Rodriguez & Quentin Tarantino - EUA/2005)

"Vá ao beco certo na Cidade Do Pecado, e você poderá encontrar tudo."



"Ela tem o cheiro que os anjos devem ter."

"Uma PUTA maneira de terminar uma parceria."

"Bonita... e cruel."
Na próxima semana: poster clássico, de um filme clássico. No more comments.
Escrito por LFM às 16h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Posters Que São Fodas - Semana 1
Jogos Mortais (Saw, de James Wan - EUA/2004)

"Cada parte tem um enigma."

"Todo enigma tem suas partes."
Escrito por LFM às 04h41
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
2 comentários sobre 2 filmes em cartaz
Capitão Sky E O Mundo De Amanhã (Sky Captain And The World Of Tomorrow, de Kerry Conran - EUA/2004)
Antes de se tornar o longa que, segundo o pessoal do marketing, "ficará para a história do cinema", Capitão Sky And The World Of Tomorrow (ou só The World Of Tomorrow, primeiro nome do projeto, alterado para não ser confundido com The Day After Tomorrow - o filme do Emmerich é melhor, quem diria) foi concebido como um curta-metragem de seis minutos mostrando uma Nova York retrô-futurista sendo atacada por robôs gigantes. Se tal curta fosse os primeiros minutos deste filme de Kerry Conran, que beleza de estréia seria para o diretor. Uma bela homenagem não só às aventuras clássicas do cinema na primeira metade do século passado, mas também ao cinema, aos quadrinhos e aos costumes da época por um todo, além de ser uma obra muito bem produzida/fotografada e eficiente. Se contasse com o mesmo elenco, melhor ainda. Não poderia contar, por exemplo, com Angelina Jolie, que só dá as caras no meio do filme, mas ainda sim seria excelente.
Pois não. Vieram Aurelio De Laurentis e Jon Avnet meter o bedelho, interesseiros. O primeiro ainda tinha sua vantagem: rendeu uns créditos inciais à antiga bem bacanas. Mas o diretor de Tomates Verdes Fritos é que trouxe os problemas. Teve a idéia de tran$formar o projeto em longa, chamar astro$ e o e$cambau. É atriz ganhadora do Oscar, é atriz ganhadora do Oscar de novo, é galã dando uma de produtor. E o diretor/roteirista, como ficou nessa? Confu$o. O que se desenrola é uma trama fraca, com famigerados diálogos-clichê, um desperdício de bons personagens (é um absurdo o que fizeram com a personagem de Ling Bai - a verdadeira vilã do filme rende míseras cenas), e uma queda letal no nível de ação a cada cena, com cenas que tentam se justificar sempre como homenagens, mas são bizarramente o ponto mais fraco dos tão comentados efeitos especiais. Simplesmente não empolgam. Tudo com exceção daqueles minutos iniciais, obviamente bem pensados e feitos com menos pressão. Para compensar, saída fácil: humor. Que funciona, sendo leve, o que é genial (há de se louvar o lance com a máquina fotográfica da personagem de Gwyneth Paltrow), mas só serve de tapa-buraco, tenta enganar o público, fazê-lo esquecer de que toda aquela pompa de filme grande, memorável, foi só chamariz dos gênios do departamento de marketing dos estúdios, e de que haviam poucos recursos para se continuar aquilo sem tudo desabar de vez.
Ah, sim. Há mais um detalhe que me faz segurar umas duas estrelinhas para este projeto mal-aproveitado: Laurence Olivier. (Hã? O quê? Como assim? O cara morreu há quinze anos!) Pois é, taí uma idéia bacana do diretor, que editou imagens do ator em outras obras e conseguiu trazer uma cena pré-climax muito bacana. Pena que logo depois só venham um clímax fraquíssimo, um rápido momento de ação empolgante, aquele humor para disfarçar e a certeza de que poderíamos ver algo bem melhor. Um projeto de setenta milhões de dólares e com um argumento tão bom, poderia render bem mais.
Celular - Um Grito De Socorro (Cellular, de David R. Ellis - EUA/2004)
Tem coisa pior do que um filme que não decide o que quer ser durante seus 100 minutos de duração? Tem. Um filme que finge ser o que não é, que muda sua visão apenas para manter-se em pé, mesmo que cambaleando. Porque simplesmente não consegue desenvolver sua idéia inicial até o fim, e cai no lugar-comum de que tentou fugir. Capitão Sky E O Mundo De Amanhã é, de certa forma, um exemplar deste absurdo de idéia de entretenimento que muitos compram. Mas neste ano que está se encerrando, o maior dos exemplos é este mais recente filme de David R. Ellis, diretor do nada original, porém extremamente tenso e bem filmado Premonição 2.
Cellular começa como uma espécie de paródia de filmes B de ação, divertido enquanto tal, e rendendo na primeira metade algumas tomadas geniais (ex: personagem de Chris Evans - "o ator perfeito para paródias; faça a sua, chame-o para estrelá-la; e com um desconto especial, leve junto o seu amigo Eric Christian, da família Olsen" - saindo da loja, indo pegar a arma no carro, voltando para comprar o seu carregador de bateria de celular sem precisar enfrentar fila), sempre à serviço da trama, mas apenas como um aliado, para incrementar, não como desculpa esfarrapada para a continuidade do filme. Até detalhes como furos básicos no roteiro ou a intensa propaganda "involuntária" da NOKIA ganham sentido. Ainda sim, David R. Ellis parece sentir a dificuldade de não se apoiar nos efeitos digitais para garantir a qualidade tecnica do filme, e as cenas de ação (assim como o nível de tensão) nunca atingem o nível de seu anterior, embora consigam se garantir divertidas graças ao humor. Só neste detalhe, porém, este já perde para Final Destination 2, que também tinha o seu humor negro, e não perdia o fio da meada na ação, conferindo-o uma experiência bem mais entretida. Vem então a segunda metade do longa, para encher linguiça e usar o humor como tapa-buraco, depois de criar McGuffins e se enrolar em reviravoltas. A propaganda "involuntária" da NOKIA continua, e se torna irritante. E para disfarçar, um clímax tenso, mas que se desfaz de vez da paródia em que se inseria, uma cena final brega e uns créditos finais mais bregas ainda (o personagem de William H. Macy até seria uma exceção, não fosse por sua cena final, co-protagonizada por um celular NOKIA). Enrolação pura, pois não se trata de um filme completamente despretencioso, mas simplesmente de um filme que tenta mudar suas pretensões por não conseguir explorá-las do início ao fim. Se afirma, se nega, finge. Acaba por ser um filme bê bem menos digno que muitos filmes bês.
O cultuado Larry Cohen, depois do sucesso de Por Um Fio (que obviamente procurava revitalizar os clichês de suspenses com atiradores trazendo uma idéia um tanto inovadora de passar toda sua ação em apenas um trecho de uma rua e dentro de uma cabine de telefone pública), teve um ótimo argumento: continuar com a telefonia e trazer uma idéia mais moderna, embora sempre com os seus detalhes rústicos. Joel Schumacher teve muito mais capacidade naquele e, melhor, fez um filme muito mais fiel à suas intenções. Já neste aqui, foi um tal de roteiro escrito (por Chris Morgan) e reescrito (pelos companheiros de Premonição 2, Eric Bress e J. Mackye Gruber), para acabar nesta paçoca. Portanto, fãs novos do Cohen, não escolham o filme recente errado para cultuar. E, David, você até tinha começado bem, era menos cínico. Não traga a dissimulação ao universo dos filmes B.
PS - Preciso conhecer melhor a filmografia do Larry Cohen. Nem sei como vou achar alguma coisa. E-Mule é a solução?
PS 2 - Não sei ao certo o que escrever sobre A Sétima Vítima, nem se o superestimei um pouco, logo depois de tê-lo visto. Hoje, por exemplo, me lembro mais dos diálogos irritantes à la "Estamos te observando, vadia" ou "Por que? Por quê?!", originais pra caramba, e do personagem pai de família à la "Here's Johnny!", do que dos momentos tensos do filme, e a melhor coisa dele - o final. No próximo post, quem sabe, já terei minhas conclusões.
PS 3 - Estou na Liga! Agora, preciso me atualizar e ver uma porrada de filmes deste ano que ainda não vi.
Escrito por LFM às 23h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Reclamem o quanto quiserem... mas isto é divertido.
Meus primeiros chutes para o Oscar 2005, me baseando na recepção dos americanos, nas probabilidades de indicações por conjunto da obra/para compensar falhas do passado (Scorsese, Eastwood, James L. Brooks, Charlie Kaufman...) ou nas estréias desse ano nos EUA. Cá ou lá, uma vontade minha. Estou desprezando apostas e problemas de grandes estúdios por enquanto, atirando para todos os lados. Afinal, quem não apostaria sério há algumas semanas, por exemplo, em Alexander? Pois o filme é candidataço ao Framboesa agora (totalmente massacrado pela crítica e ignorado pelo público). Depois da lista do Golden Globe e de outros prêmios (crítica/independentes/etc), estarei mais seguro.
Mas nada deve ficar monstruosamente diferente disto aqui:
FILME:
O Aviador Finding Neverland Mar Adentro Espanglês Million Dollar Baby
Quase lá... Kinsey, Closer, Sideways, Ray, O Fantasma Da Ópera (ahn... sinto que pra esse aqui só ficam as técnicas de certeza...), The Life Acquatic (ainda vai estrear, não parece estar sendo bem recebido de prima, mas ainda é uma possibilidade - remota, mas é), Colateral, Alexander (Ok, esse último foi brincadeira total).
DIRETOR:
James L. Brooks - por 'Espanglês' Martin Scorsese - por 'O Aviador' Alejandro Amenábar - por 'Mar Adentro' Clint Eastwood - por 'Million Dollar Baby' Alexander Payne - por 'Sideways' ou Mike Nichols - por 'Closer'
Pode ser... Bill Condon - por 'Kinsey', Marc Foster - por 'Finding Neverland', Michael Mann - por 'Colateral' (não seria pelo conjunto da obra, mas esse cara já poderia ter ganho um dourado), Taylor Hackford - por 'Ray', Joel Schumacher - por 'O Fantasma Da Ópera' (A maioria acredita muito nisso - tanto quanto na indicação do filme - mas apesar da cara de Oscar que o filme tem, ainda acredito que eles vão cismar com o diretor de 'Batman & Robin', embora eles tenham feito coisa pior em edições passadas... de qualquer forma, o cara já fez 'Um Dia De Fúria' e 'Por Um Fio', não é um lixo completo), Jean-Pierre Jeunet - por 'Eterno Amor', Walter Salles - por 'Diários De Motocicleta', Pedro Almodovar - por 'A Má Educação', Joshua Marston - por 'Maria Cheia De Graça', Wes Anderson - por 'The Life Acquatic', Mike Leigh - por 'Vera Drake' , Richard Linklater - por 'Antes Do Pôr-Do-Sol', Oliver Stone (Yey, another joke).
ATOR:
Javier Bardem - por 'Mar Adentro' Liam Neeson - por 'Kinsey' Jamie Foxx - por 'Ray' Kevin Bacon - por 'The Woodsman' Johnny Depp - por 'Finding Neverland'
Maybe... Leonardo DiCaprio - por 'O Aviador' (o segundo trailer do filme me fez acreditar um pouco mais nisso, mas ainda cismo com ele... ah, a academia também - e é isso que importa), Don Cheadle - por 'Hotel Rwanda', Clint Eastwood - por 'Million Dollar Baby' (já pensou?), Sean Penn - por 'The Assassination Of Richard Nixon' (sei não... o cara ganhou ano passado), Jeff Bridges - por 'The Door in The Floor', Paul Giamatti - por 'Sideways', Kevin Spacey - por 'Beyond The Sea', John Travolta - por 'A Love Song For Bobby Long'.
ATRIZ:
Annette Benning - por 'Being Julia' Catalina Santino Moreno - por 'Maria Cheia De Graça' Imelda Staunton - por 'Vera Drake' Hilary Swank - por 'Million Dollar Baby' Kate Winslet - por 'Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças'
Who Knows... Paz Vega - por 'Espanglês', Julia Roberts - por 'Closer', Laura Dern - por 'We Don't Live Here Anymore', Emma Rossum - por 'O Fantasma Da Ópera', Scarlett Johansson - por 'A Love Song For Bobby Long', Julie Delpy - por 'Antes Do Pôr-Do-Sol', Naomi Watts - por 'The Assassination Of Richard Nixon', Tea Leoni - por 'Espanglês' (Hum... Essa aqui já quase levou um Framboesa, sei não), Audrey Tautou - por 'Eterno Amor'.
ATOR CODJUVANTE:
Peter Sarsgaard - por 'Kinsey' Thomas Haden Church - por 'Sideways' Alan Alda - por 'The Aviator' Clive Owen - por 'Closer' Morgan Freeman - por 'Million Dollar Baby'
But we also have... Freddie Highmore - por 'Finding Neverland' (o menino está sendo elogiado), Rodrigo De La Serna - por 'Diários De Motocicleta', Jon Gries - por 'Napoleon Dynamite', Patrick Wilson - por 'O Fantasma Da Ópera', Alec Baldwin - por 'O Aviador', Al Pacino - por 'O Mercador De Veneza', Willem Dafoe - por 'The Life Acquatic'.
ATRIZ COADJUVANTE:
Natalie Portman - por 'Closer' Cate Blanchett - por 'O Aviador' Virginia Madsen - por 'Sideways' Laura Linney - por 'Kinsey' Cloris Leachman - pof 'Espanglês'
Someone else? Ah... Meryl Streep - por 'Sob O Domínio Do Mal', Yenny Paola Vega - por 'Maria Cheia De Graça', Sophie Okonedo - por 'Hotel Rwanda', Kate Winslet - por 'Finding Neverland', Cate Blanchett - por 'Coffee & Cigarretes' ou 'The Life Acquatic'.
ROTEIRO ORIGINAL:
Kinsey O Aviador Espanglês Mar Adentro Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lebranças
Or... Garden State, Napoleon Dynamite, Ray, Maria Cheia De Graça, Os Incríveis, A Má Educação, Hotel Rwanda, Life Acquatic, Assassination of Richard Nixon, Primer.
ROTEIRO ADAPTADO:
Sideways Million Dollar Baby Diários De Motocicleta Closer Finding Neverland
Outras possibilidades: Antes Do Pôr-Do-Sol, The Door In The Floor, O Fantasma Da Ópera, O Mercador de Veneza, Meninas Malvadas, Eterno Amor.
Por enquanto, é isso aí. Apostava muito em Proof, mas o filme foi adiado para 2005 (fui informado). Em Animação, a coisa deve ficar mesmo no Os Incríveis x Shrek 2, Pixar x Dreamworks, e desta vez deve dar Pixar. Farei em breve uns comentários de filmes vistos (inclusive Celular - não entendi o oba-oba de certas figuras, filme é mediocre que só, me fez até aumentar o conceito de Premonição 2, outro filme do mesmo diretor, mas pai e mãe, que foram comigo, acharam hiper-divertido). Só pra constar.
Escrito por LFM às 17h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|