FILMES VISTOS EM MARÇO
Como já havia esclarecido no início do blog, farei isto todo final de mês, iniciando agora. E como é clichê nos blogs de cinéfilos, não darei maiores explicações. Todos entenderão que se trata de uma relação dos filmes que vi neste mês, além do (também clichê e... oooohhh!) Melhor/Pior que vi no Cinema, e Melhor/Pior filme que vi em DVD/VHS ou PC/TV (ou seja, em casa). Este mês, vou colocando tudo de acordo com a data em que vi, até porque vi pouquíssimos no cinema. Aliás, vi menos em casa também. Foi fraco. Alguns acabei vendo no PC por ter perdido no cinema.
Em itálico: filmes revistos.
Contato de Risco - * (03/03 - PC) Looney Toones: De Volta À Ação - *** (05/03 - PC) A Guerra Das Perucas - *** (05/03 - TV) Fogo Contra Fogo - ***** (06/03 - TV) Thelma & Louise - **** (07/03 - TV) Os Embalos De Sábado À Noite - *** (07/03 - PC) O Invasor - **** (08/03 - TV) As Virgens Suicidas - ***** (10/03 - TV) Drugstore Cowboy - **** (11/03 - TV) Conta Comigo - ***** (11/03 - TV) Na Companhia Do Medo - ** (12/03 - Cinema) O Enigma Do Outro Mundo - *** (13/03 - TV) O Bandido Da Luz Vermelha - ***** (14/03 - TV) Ben-Hur - ***** (14/03 - PC) Donnie Brasco - **** (15/03 - TV) Coração De Caçador - **** (16/03 - TV) A Profecia - **** (16/03 - TV) O Jovem Frankenstein - **** (17/03 - TV) Tempo De Recomeçar - *** (17/03 - TV) Dazed And Confused - ***** (18/03 - PC) A Paixão De Cristo - * (19/03 - Cinema) Videodrome: A Síndrome Do Vídeo - **** (20/03 - TV) Ghost Dog - Matador Implacável - ***** (22/03 - TV) Império - *** (22/03 - DVD) O Carteiro E O Poeta - ***** (23/03 - TV) O Despertar Dos Mortos - ***** (24/03 - PC) Os Sete Samurais - ***** (25/03 - PC) Era Uma Vez No México - *** (26/03 - DVD) As Invasões Bárbaras - **** (26/03 - Cinema) O Pagamento - *** (27/03 - Cinema) Os Vigaristas - **** (27/03 - DVD) Butch Cassidy And The Sundance Kid - ***** (28/03 - DVD) Era Uma Vez Na América - ***** (29/03 - DVD) Operação França - ***** (30/03 - DVD) Abril Despedaçado - **** (30/03 - PC) O Último Imperador - **** (31/03 - DVD)
Total: 36 filmes.
Nos meses passados, vi mais de 40. Mas foi bom, paguei umas dividas com o cinema... Iria ver Sonhos hoje, mas o vídeo ficou ocupado. Fica para os primeiros dias de Abril.
Melhor filme visto no cinema: As Invasões Bárbaras
Mas foi um mês fraco pra mim nos cinemas.
Pior filme visto no cinema: A Paixão De Cristo
Por pouco, ralou com "Gothika".
Melhor filme visto em casa: O Bandido Da Luz Vermelha
Por pouco, ralou com "Era Uma Vez Na América" e "Dazed And Confused".
Pior filme visto em casa: Contato de Risco E vocês viram como fui tolerante em relação à cotação?
Escrito por LFM às 22h34
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Ladies and gentlemen..
O Fórum do Adoro Cinema voltou. E com aquela empolgação. Imposições e censura de monte...
Essa volta promete... Promete acabar com a reputação dos caras.
Escrito por LFM às 22h08
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Bomba!
HOMEM-ARANHA 2 TEM NOVA DATA DE ESTRÉIA! Fonte: Set On-Line
Homem-Aranha 2 teve sua data de estréia adiantada para o dia 30 de junho, ao invés de 2 de julho como estava marcada. Segundo a revista Variety, o motivo foi para aproveitar ao máximo a primeira semana em cartaz, já que estreando em uma quarta-feira o filme pode arrecadar algumas dezenas de milhões de dólares a mais. Porém, isso com certeza implicará na alteração de toda a campanha publicitária. Até agora todos cartazes e trailers utilizavam o número 2 para ilustrar que se tratava de uma continuação e a data de estréia.
Meu Deus! Que problema... Também, nem para esperarem o Homem-Aranha XXX para estrearem numa data dessas...
Bom, resumindo: em vez de pensar antes e fazer a bagaça depois (como é o lema dos caras, money first), mudam agora, depois do teaser já ter feito mó barulho em cima do número 2. E grande coisa também, se o filme for uma merda não vai deixar de sê-la por causa disso.
Escrito por LFM às 02h58
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Faltam roteiros bons na mão de John Woo?
Verdade (óbvia) seja dita: para o John Woo nunca choveram ótimos roteiros. Essa nunca foi a característica do cinema dele. Ele é um excepcional diretor de ação. O que acontece é que a maioria dos roteiros infinitamente medíocres com os quais ele trabalhou em Hollywood (Exceções? Me vem à mente A Outra Face e mesmo assim...) também não são tão bem administrados por ele. Resultado: cada vez mais nota-se cenas absurdas e muitas vezes sem função específica na trama. Viraram características do cinema de Woo atualmente. É só ouvir o que tem a dizer cada um que foi ver, por exemplo, seu novo filme, O Pagamento. Primeiro tópico (após as luzes se acenderem): as cenas absurdas e muitas vezes sem função específica na trama. É a isso que se resume o cinema dele para a grande massa, atualmente. Muitas vezes, por alguns, é tratada de maneira até elogiosa.
Mas eu ainda enxergo um bom filme em O Pagamento. Mesmo com o lugar-comum de sempre, com certos diálogos idiotas que nada fazem jus ao nome de quem criou o conto cuja "inspiração" resultou nesse longa. Mesmo com o Ben Affleck (que nem afeta o filme, sejamos sinceros). Por que? Por causa do John Woo. Unicamente. O cara sabe criar uma tensão, e sabe fazer boas cenas de ação (que nesse filme estão bem clichê mesmo, mas ainda são boas, inclusive algumas que não são "absurdas...", como expliquei acima, ainda tem função na trama medíocre; no caso, o tal envelope). O roteiro ainda tem uma premissa bem interessante... Mas isso, foi o sr. Philip K. Dick que fez (e a Kais... bom, deixa pra lá). Uma Thurman até que não foi tão disperdiçada. Merecia mais, mas tá bem, como todo o elenco de apoio. O problema é que não posso nem vê-la. Lembro de "Kill Lumiere".
Mas olha... não tenho como explicar melhor... o roteiro é mediocre to the top. Mas o John Woo ainda soube lidar um pouco com ele... Não foi o desastre de O Alvo e Códigos De Guerra. Está no nível de um MI: 2 (que eu não acho tão ruim quanto o estrelado pelo Van Damme e o estrelado pelo Cage). Com certeza eu devo cair com a cotação desse filme no futuro, mas agora...
***/*****
PS: Aproveitando, passei nas L A (quem souber, que desmistifique a sigla) e comprei Operação França e O Último Imperador. Os dois sairam por 29 pilas. O filme do Friedkin saiu mais caro, claro. Mas nem tanto.
Escrito por LFM às 22h24
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Stereophonics.
 
 
Descobri essa banda do País de Gales num programa do Eurochannel, quase no final do ano passado. Nesse ano não paro de ouvir esse grupo. Não que seja algo revolucionário ou excepcional. Mas gostei pra caramba. Melodias fáceis e tal... Mas me pegou de jeito. Ouço muito essa banda. Mais que tudo atualmente.
Eles tem numa trajetória meio "Incubus" (começaram com um estilo BEM diferente do que eles adaptam desde o penúltimo disco, JEEP, ou Just Enough Education To Peform, e estão ainda mais diferentes no último, You Gotta Go There To Come Back). Mas ao contrário desse, que divide bastante bastante as opiniões dos fãs, o Stereo divide bem pouquinho. Poucos não curtiram a mudança. Está algo menos "country" e mais "retrô-moderninha", como é a moda, mas o som é bem diferente da maioria, pra não dizer todos da modinha atual (não tenho amplo conhecimento sobre todos). Pelo contrário, os fãs aumentaram (óbvio, e nem toco no assunto 'público feminino', aquela coisa bem "amo o vocalista", o que é normal). Mas não aqui no hemisfério sul (mais precisamente A. Latina, pois a Oceania tem uma multidão que os ama), em que nem o Incubus, que citei, tem uma legião de fãs. BEM mais que o Stereo, óbvio (isso somando ao povo que só conhece Drive, como eu era há bem pouco tempo atrás), mas não chega aos pés de um Linkin Park da vida, ou até os mais respeitados, ou amados-odiados. O Stereophonics sequer tem uma legião de fãs nos EUA. And that's kind of bad, no que se refere a "quantidade".
Os descobri ouvindo músicas do penúltimo album, num programa do Eurochannel, que mostra muitas (se não todas) bandas inglesas começando e/ou em ascensão. E então eles tocaram Step On My Old Size Nines (essa mistura bem o tipo de som que eles começaram fazendo com a então "nova tendência") e Have A Nice Day (a mais fofnha deles, que foi o primeiro -ou segundo, não sei ao certo- single que eles lançaram, desse penúltimo album; é uma música bem enjoativa). A primeira música que ouvi depois dessas do programa já está quase dentro da tal mudança. É Mr. Writer, e me pareceu bem familiar. Ela também pode ser chamada "a única deles que tocou nas grandes rádios brasileiras e foi concebida de primeira, por muitos, como a nova do Oasis", devido à semelhança da voz do sr. Kelly Jones com a do(s) sr(s). Gallagher(s), ou pelo som deles mesmo. A voz do cara é uma coisa meio "Gallagher encontra Kobain", mas é bem distinguível das duas. Mais melódica que a do primeiro e menos rouca que a do segundo. Nota-se que é Kelly Jones, e nenhum outro. Isso claro, após a segunda ouvida. De primeira, soa como cópia.
Dalí para frente conheci o resto do penúltimo álbum, e depois parti pro primeiro (e notei a gritante diferença, a não ser, ÓBVIO, o vocal), pro segundo, e agora estou ouvindo o resto do último, pra terminar. O último tem uma que é das que gosto mais deles. Trata-se de Maybe Tomorrow, que marca bastante o que é o último álbum deles, que ainda não larga totalmente o country (há umas que ainda comprovam tal tendência), mas se entrega mais ao jazz e/ou qualquer outra coisa black que lembre (principalmente, não somente, necessariamente) o som dos roqueiros dos anos 70, que aliás, tem muita influência do country, o que só comprova o que concluí. Esse ano, porém, eles lançaram um single, Moviestar, que é meio entregue à modinha, e foge das características do You Gotta Go There To Come Back, apesar de eles terem relançado este álbum com o novo single in it. Mas como este álbum também tem Getaway, que é bem legal e também foge um pouco das características do álbum, tolera-se.
O baterista Stuart Cable, que iniciou com eles desde o ínicio (se é que vocês me entendem), saiu do grupo em Setembro do ano passado (um fator que faz aumentar a idéia de que Stereo surrupia de Oasis e vice-versa, com faiscazinhas da imprensa quanto à declarações, em relação a composições ou o que quer que seja, porém os dois grupos já tocaram juntos e tudo), mas Kelly (vocal, guitarra) e Richard Jones (baixo) continuam, com outros músicos. O Stuart foi substituído por Steve Gorman, ex-baterista do Black Crowes (ainda não conheço, mas falam que o som deles é bem parecido como o do Stereo de agora).

Nada de encontrar álbum deles em lojas aqui. Talvez comprar pela internet. Mas na verdade nem procuro direito (tem aquilo... lembram? ... de comprar CDs? ... que escrevi anteriormente? ... lá embaixo? ... em outra página? ... não lembram? ... então usem a barra à direita ou o histórico e procurem, por favor). Então conheci tudo na base do ilegal (?), o que é uma boa oportunidade para quem sequer ouviu uma música dos caras.
Quem não conhece, dê uma ouvida... Quem já ouviu, e gostou/odiou/o-que-quer-que-seja, tell me about it.
Site oficial do grupo dentre os links que postei.
PS: Ouçam também a versão deles de Don't Let Me Down, dos Beatles, feita para a trilha sonora do I Am Sam (que muitos julgam completamente desconexa com o filme). É beeem parecida com a versão original (pra não dizer igual, mas é exagero dizê-lo, não há bateria como na versão dos Beatles), mas é bacana. Outra regravação deles é Handbags And Gladrags (do Small Faces e seu Rod Stewart). Essa já não é tão parecida com a original (não tem o ritmo um pouco mais acelerado do mesmo... piadista eu, né?). Tem também uma boa que eles, peculiarmente, gravaram com o Tom Jones, Mamma Told Me Not To Come.
Escrito por LFM às 00h04
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Estou com mó vontade de ver este filme, que estréia em Santos hoje.
Mas eu não vi O Declínio Do Império Americano. Seria isso um problema? Não creio que seja, embora fosse melhor se eu tivesse visto... Conheceria melhor os personagens que estão nos dois filmes. Mas O Declínio Do Império Americano eu não acho nas locadoras.
Só sei que quero ver os dois.
Esqueçam o que eu escrevi acima. Fui ver agora há pouco. É um ótimo filme, mas creio que me emocionaria mais se já tivesse visto O Declínio... Não sei por quê. Na verdade, eu nem sinto que posso falar muito de Invasões, sem ter visto O Declínio...
Na "deliciosa" caminhada de volta, passei numa locadora (depois de mais de um mês) perto de casa e resolvi pagar umas dividazinhas: 2 lançamentos que ainda não vi (Os Vigaristas, Era Uma Vez No México) e 2 clássicos que ainda não vi (Butch Cassidy, Era Uma Vez Na América, primeiro da trilogia sobre a América que verei). Isso acrescentando ao que tenho gravado e ao que tem pra ver na TV (sem contar que amanhã devo ir de novo no cinema), é FILME PRA CARALHO. Enfim, não achei O Declínio, senão o alugaria de certo. Esse filme foi lançado aqui em DVD? Já passou em algum canal? Ou só tem em VHS mesmo?
Escrito por LFM às 00h36
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Estreei G. A. Romero... E com um clássico.
Esse mês estou impossível. Mesmo não vendo tantos filmes como nos outros dois meses deste ano, estou estreando com tudo quanto é diretor (finalmente, inclusive). Sganzerla, Jamursch, Mel Brooks (o verdadeiro, que conheci depois de ver O Jovem Frankenstein, aquele do Morto Mas Muito Feliz não é o mesmo), Wyler (revi Ben-Hur depois de muito tempo, não deixa de ser estréia), Kurosawa (vi Os Sete Samurais e verei Sonhos). Ainda este mês vou estrear Fellini (A Estrada Da Vida, vai passar no Eurochannel).
E acabei de estrear George Romero. Sim, nunca tinha visto um filme inteiro do famoso diretor até o dia de hoje. O mais próximo que cheguei disso foi ver a refilmagem de 1990 da primeira parte de sua trilogia, A Noite Dos Mortos-Vivos (1968). Hoje vi a segunda parte, o clássico O Despertar Dos Mortos, cuja refilmagem também foi produzida e chega aos cinemas neste ano.

Esse é o cara. Faz trash como tem que ser feito e não como um Ruggero Deodato da vida (ou qualquer coisa parecida/pior... sick man... só vi o mais famoso e chega...). Não é pretencioso. No caso de Dawn Of The Dead, fez um trash extremamente divertido.
Mesmo com todo o gore, deparamos com muito humor negro, que às vezes parte até da trilha sonora (no final, é risível). Mesmo em alguns momentos de "grandiosidade" (a cena inicial exagerada no estúdio de TV, algumas "discussões de especialistas"), e com a tensão que Romero impõe ao filme, tudo é levado com o máximo de humor negro, nos diálogos ou até em algumas cenas (a do policial maluco no prédio, por exemplo). Os clichês, obviamente, se fazem presentes, mas só ajudam a trama. E notando os efeitos sonoros (longe de serem ruins para a época) ou até os efeitos visuais (toscos por natureza), num filme de 1978... É tão bem dirigido que se faz convincente ainda hoje.
E melhor, atraente. É um trash, que marcou uma época, mas diverte e continuará divertindo a diversas gerações, a qualquer um se disponha a vê-lo e, claro, goste do gênero.
Preciso ver o resto da trilogia dele, os Creepshow...
Cotação: *****
PS: Putz, me lembrei que ainda conheço pouco da coisa. Não vi, por exemplo, nada do sr. Dario Argento... Alguém aí tem dicas para mim? Mas não se esqueçam que moro numa cidade pequena (e num bairro com locadoras meia-boca). Aliás, quero ver Bad Taste, que ainda não vi (senhor P.J. é um belo dum "pupilo", Fome Animal é bacanésimo).
Escrito por LFM às 18h06
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Brilho Eterno mal nas bliheterias

E o novo do Carrey e do Kaufman foi mal de bilheteria de estréia nesse fim-de-semana nos EUA, mesmo com a chuva de boas críticas. Até o thriller com a Anjelina Jolie estreou melhor. Bem é como continua o filme do Gibson, que apenas perdeu a liderança. Foi para a refilmagem do filme do Romero, que tem um trailer bacana. Veja o Box Office completo.
Escrito por LFM às 21h24
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Mais BBB. Depois dessa, a Marcela sai amanhã:
Advogado entra com representação contra Marcela

O advogado e professor de Direitos Humanos Aderlan Crespo entrou, nesta tarde, com uma representação no Ministério Público, no Núcleo de Cidadania, contra a promotora de eventos Marcela, participante do Big Brother Brasil 4, e a Rede Globo, por prática de crime contra a honra da frentista Solange, que também integra o BBB. O motivo da representação é o conteúdo de um bate-boca entre a promotora e a frentista exibido no programa de ontem pela emissora. Durante a discussão, Marcela insultou diversas vezes a colega, chamando-a de "burra e ignorante". Consta também na representação desrespeito ao direito coletivo (grupo social). O professor explicou que os insultos podem produzir efeito coletivo, já que "as pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar, ao assistirem o programa, se sentem sendo tratadas como seres inferiores, atingindo a sua honra". De acordo com Crespo, o objetivo é chamar a atenção para este tipo de programa que, segundo ele, "não se preocupa com conteúdo, banaliza o ser humano e pode trazer problemas para a educação de crianças".
Fonte: Terra
Em compensação...
Fonte: UOL
O colunista Ricardo Feltrin revela em "Ooops!" nesta segunda-feira (22/03) que a participante Marcela, do Big Brother Brasil 4, pode estar sendo favorecida pela Globo. Clique no vídeo ao lado para assistir à conversa de Feltrin com Paulo Henrique Amorim.
Feltrin observa que, na enquete do UOL sobre quem os internautas gostariam de ver fora do programa, 63% votaram pela eliminação da paranaense contra 37% que votam em Juliana. Já no site oficial do programa, Marcela aparece como a participante líder em popularidade.
O colunista enumera os seguintes fatos que sustentam a hipótese de favorecimento: A - Marcela é amiga de Galvão Bueno, B - só ela recebeu visita de um parente até hoje, a filha (a última vez que isso ocorreu em um reality show foi na "Casa dos Artistas" - o marido da Syang); C - a edição de clipes a faz parecer "do bem"; D - as reclamações de telespectadores começaram a chegar no ouvido da Endemol, idealizadora do programa.

Escrito por LFM às 20h50
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Trailers na rede...
Quem ainda não viu o trailer barulhento do filme do Emmerich, ou o novo trailer do filme do Petersen, ou o novo trailer do novo de Stephen Sommers, ou o teaser para a internet de Alien Vs. Predator (provável bomba), ou o de Alex Proyas, I, Robot (não boto fé nesse...), ou trailers de indies, como The United States Of Leland (com Kevin Spacey, Jena Malone, Ryan Grosling -o novo queridinho dos diretores estreantes/de indies-), o novo do Jim Jarmusch (vi um filme dele ontem, Ghost Dog, foi o primeiro), Evil (indicado ao Oscar de Estrangeiro), e o trailer internacional de Carandirú, além de bombas adiadas como Meu Vizinho Mafioso 2, Laws Of Attraction (esse não tenho certeza que é bomba), e quer conhecer trilhas sonoras dos lançamentos, pode acessar dois links à direita para conferir: Apple - Movie trailers / The Movie Box. Recomenda-se ver no Quicktime, mas o segundo link disponibiliza trailers em Ruindows, Real...
Escrito por LFM às 13h20
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O quê? Música?
Há alguns dias "queimei" um CD cheio de roquezinhos/baladinhas dos anos 60/70. Eis a lista:
1) Shocking Blue - Venus 2) Rolling Stones - Miss You 3) The Doors - Break On Trough 4) Janis Joplin - Peace Of My Heart 5) Elvis - A Little Less Conversation (ou "faixa pequena e indolor") 6) Lynyrd Skynyrd - Sweet Home Alabama (até pouquíssimo tempo pensava que era do Credence... Vejam "comentários". Valeu Pilon!) 7) Bob Dylan - Brown Eyed Girl 8) Joni Mitchell - Big Yellow Taxi (ou "a música mais fofinha do CD") 9) B.J. Thomas - Raindrops... (deu preguiça) 10) Cat Stevens - Father And Son 11) The Who - Behind Blue Eyes 12) Simon & Garfunkel - Mrs. Robinson (ou "aqueeeela... do The Graduate") 13) The Beach Boys - Feel Flows (ou "a incrível música dos créditos finais de Quase Famosos") 14) David Bowie - Starman 15) Led Zeppelin - Stairway To Heaven 16) Aerosmith - Dream On 17) Yes - I've Seen All Good People (ou "a música que toca de fundo quando o inimigo consegue entrar no 'backstage' em Quase Famosos") 18) Elton John - Tiny Dancer (ou... enfim, todos já sabem... do Quase Famosos)
e...
19) John Lennon - Imagine.
Muito básico, sei. Mas faltava espaço para uma faixa e eu, que não gosto desperdiçar espaço em CD, peguei a primeira que veio na cabeça. Não lembrava de outra. Isso, claro, até finalizar o CD, não-regravável. Aí sim, é que eu lembrei que tinha esquecido da música do Van Morrison, "Everyone" (ou "a música no final de Os Excêntricos Tenenbaums"), que queria tanto gravar. Essa permanece no meu PC.
Aliás, tenho que confessar algo: faz mais ou menos um ano que não compro um CD. Quando consigo algum dinheiro, não tenho como prioridade fazê-lo (exceto os CDs virgens, de R$ 2,00 cada no máximo, e já é facada). Além disso, ninguém me deu CD de presente. Já me deram DVD. E até prefiro. Mas sinto saudade dos CDs originais, dos encartes (famosas "capinhas"). Quando eu tiver meu dinheirinho por mês (sabe Deus quando), voltarei a comprar CDs, com certeza.
Escrito por LFM às 22h37
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Queeeem vaaai ganhaaar o BBB?
  
 
Já falaram que tá arranjado pra Cida. Já falaram que tá arranjado pra Juliana. A Solange não pára de ser líder. A Marcela não para de se queimar. O Thiago se mantém longe. Pro bem dele. Sim, eu comecei vendo, parei e depois voltei a ver esse BBB, como todos os outros.
Agora eles estão divididos em grupinhos.
E o São Paulo amarelou de novo com o azulão. Tá fora. Sim, sou são-paulino.
Escrito por LFM às 20h38
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Não faltou coragem. Agora falta experiência e competência.
Me encontrei num semestre sem quase nada para fazer. E uma imensa vontade de fazer um blog meu, ocultada por uma total falta de coragem, experiência e competência. Depois de me infiltrar em blogs de vários internautas que conheci nos fóruns de cinema da vida, já estou dando conta do primeiro quesito (coragem). Até porque arranjei um lugar facil para fazer, e que, se não é o lugar dos lugares, "o" lugar para se fazer blogs, é um bom lugar para iniciantes (a princípio). Para dar conta dos outros quesitos, conto com o tempo e com o aprendizado, que vou adquirir sozinho, ou de quem quer que seja, que acesse este blog.
Esperem ver aqui comentários chatos sobre o que quer que seja (mais Cinema do que tudo, óbvio), cotações chatas sobre o que quer que seja (acho que exagerei, mas tudo bem) e reclamações da vida (OK, agora eu exagerei).
Para quem não me conhece...
Meu nome é Leonardo Ferreira de Mello (vulgo LFM, Low Frequency ou Low Frequency Modulation, a sigla adaptada por mim, o apelido adaptado depois de conversas via MSN com alguns "conhecidos" de um fórum sobre televisão, que gentilmente cederam-me o que hoje uso como nick em alguns fóruns), tenho quase 18 anos (Junho, Junho...), sou de Santos-SP, terminei o Ensino Médio e este semestre tudo que fiz foi... Pensar. Ah, me alistar. Ah! Ver filmes, escutar música. Ah! Ler.
Minhas preferências...
Mais do que tudo, adoro cinema e música, e prestigio ambos. Começo a adquirir o hábito da leitura (o qual nunca me entreguei totalmente, mas também nunca fui um desastre). Antes tarde do que nunca. TV nem levo em consideração. O resto não é hábito, mas pode acontecer...
Penso muito no que fazer, a partir já deste semestre que vem. E claro, não esqueço dos óbvios conflitos familiares, mas isso deixa-se pra lá.
E começando...
Cinema.
"A Paixão de Gibson"

Não é uma bomba, mas quase uma. Tem poucas virtudes e muitos defeitos.
É mais/menos do mesmo. Mais violência e apelo técnico, menos conteúdo. Mais sofrimento de Jesus e os erros dos "meros humanos", menos o que ele trouxe de bom e o que isso mudou nos "meros humanos". O filme deveria se chamar A Paixão de Gibson, pois o filme às vezes parece que quer ser encarado como uma mensagem de Gibson, e não um filme contando uma história famosa. E intolerante como Gibson é, fica difícil levar a sério o que ele tem a dizer sobre... ser intolerante.
Começa com uma boa cena inicial mas segue mal e refletindo totalmente o pessoal do Gibson. Mesmo com tudo sendo retirado da Bíblia, enxerga-se os "pré-conceitos" do diretor sem esforços. Em relação a tudo. Ele nem se preocupa em apresentar os personagens direito. Parece até que ele fez o filme para totais conhecedores da Bíblia, somente. Isso sem contar em personificação estereotipada do mal (as crianças com o físico adulterado, "monstruosas", a personificação do diabo também com o físico adulterado em uma cena, uma aparição espriritual digna de "esprírito malígno de filme de terror"), elemento esse bem desnecessário. Mas depois da cena com o Herodes (que nada acrescenta, como quase tudo até ali, exceto o início), ele esquece disso e concentra-se apenas no sofrimento de Jesus e abusa da técnica para tal. É com certeza o mais violento dos filmes que vi, que retratam esse acontecimento.
Enxerga-se a "Paixão de Gibson" ao realizar o projeto a partir dali. Quem esquece de qualquer idéia divergente da sua que Mel Gibson possa ter, se entrega àquele final tão conhecido, tão emocionante... Talvez para alguns menos tolerantes, nem isso o seja. Depois da projeção, os mais tolerantes tendem a sucumbir à mesma idéia: É feito por um católico fervoroso, que parece dar mais valor ao sangue que Jesus derramou (atribuindo culpa a quem quer que seja que o fez derramar) do que à mensagem que ele deixou (como, teoricamente, prega a doutrina), com extrema (e aparentemente ocultada) intolerância. Pouco importariam seus pensamentos e crenças, se praticamente tudo não estivesse explícito, e o está.
Prós: A fotografia de Caleb Deschanel não inova, mas não deixa de ser essencial para o longa. Jim Caviziel se esforça e ajuda o filme, interpretando Jesus. Dá para ver isso, mesmo no mar de maquiagem facial/efeito especial que mudou a cor dos olhos/latex em que ele se envolve. Mesmo pronunciando uma lingua que pouco (e por que não dizer nada?) conheço. A Monica Bellucci me obrigou a concordar com o que o REF chegou a dizer. Coadjuvante de luxo. Como nas continuações de Matrix. Mas dá pra ver que ao menos ela se dedicou. O resto do elenco faz sua parte. No fim, essa sim foi óbvia e certamente uma corretíssima opção do Gibson: O uso de atores pouco conhecidos e/ou caras marcantes e/ou até conhecidos porém versáteis. Claro, longe de ser o suficiente para um bom filme.
Cotação: */*****
Pior do ano? Não sei. Tem-se muito o que ver ainda.
Escrito por LFM às 17h38
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